Estreado na 41ª Quinzena dos Realizadores, e premiado em Vila do Conde, Belfort, Rio de Janeiro, Recife, Covilhã, Coimbra e Santa Maria da Feira, CANÇÃO DE AMOR E SAÚDE dá-nos a conhecer João, o único empregado visível do estabelecimento comercial Chaves Morais. Ele é também o filho do proprietário e não se coíbe de se ausentar do serviço para auscultar o sopro imaterial do seu coração, gastando moeda atrás de moeda na Máquina do Amor. Marta do Monte é uma estudante de Belas Artes, portadora de uma inusitada encomenda. A chave que para ela João copia abre mais do que uma porta.
Premiado no Indielisboa e no FIDMarseille, RUÍNAS cruza leitura de textos diversos (notícias de jornal, receitas culinárias, cartas comerciais, prescrições médicas) com fragmentos de espaços e tempos, restos de épocas e locais onde apenas habitam memórias e fantasmas. Lugares que deixaram de fazer sentido, de serem necessários, de estar na moda. Lugares esquecidos, obsoletos, inóspitos, vazios. Um filme que não pretende explicar porque foram criados e existiram, nem as razões porque foram abandonados ou transformados. Um filme que promove uma ideia, talvez poética, sobre algo que foi e é parte da(s) história(s) deste País.