RAPACE

Sinopse

Cumpridas as obrigações académicas, Hugo passa os dias em casa descansando a cabeça de intermináveis leituras de autores pouco conhecidos. Dorme muito e a desoras. A sua única companhia doméstica é Luisa, a empregada, que alinha com ele em cúmplices jogos do gato e do rato.
Para afugentar o sono da razão Hugo exercita a veia lírica escrevendo, com o amigo Manuel, canções sobre o bairro onde ambos habitam.
O plácido diletantismo do protagonista é abalado por Catarina, uma jovem e bonita tradutora que dá os primeiros passos na vida profissional em regime free-lancer.
Hugo está pelo beiço, fraqueja.
Lá em cima, o peneireiro peneira. Não é o único rapace capaz de fazê-lo.

Bio-filmografia do realizador

João Nicolau nasceu em Lisboa e, por isso, nunca percebeu nem nunca há de perceber nada sobre o Médio Oriente. Trabalha como realizador, montador, actor e músico.
Realizou as longas metragens A Espada e a Rosa (2010) e JOHN FROM (2015) e as curtas Rapace (2006), Canção de Amor e Saúde (2009), O Dom das Lágrimas (2012) e Gambozinos (2013).
Os seus filmes são regularmente exibidos nos mais prestigiados festivais de cinema: Cannes, Veneza, Locarno, São Paulo, Belfort, Viena, Busan, Buenos Aires, Sevilha, Vila do Conde, Angers, Milão, Montreal, Mar del Plata, Belo Horizonte, Valdivia, Roma, Sarajevo, entre outros.

JOHN FROM [2015] GAMBOZINOS [2013] O DOM DASGRIMAS (para Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura) [2012] A ESPADA E A ROSA [2010] CANÇÃO DE AMOR E SAÚDE [2009] RAPACE [2006] CALADO NÃO DÁ [1999]

Estreia comercial

ESTREIA COM O FILME LES DEUX VIES DU SERPENT (AS DUAS VIDAS DA SERPENTE) DE HÉLIER CISTERNE A 12 DE OUTUBRO DE 2006

Festivais & Prémios

38ª Quinzena dos Realizadores – Festival de Cannes [França, 2006]
Lutins du Court Métrage – Nomeação na categoria de curta-metragem estrangeira
EntreVues – Festival du Film de Belfort [França, 2006] Grande Prémio de Curta Metragem Estrangeira, Prémio do Público

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Nota do Realizador

Este filme quer-se distante de qualquer tentativa de imitação ou descrição de uma suposta realidade. Assume-se como uma construção artificiosa e vive disso. Parece justo: o protagonista faz o mesmo.

Veja o filme online. A qualquer hora, em qualquer lugar.

Sons

Ficha artística

Hugo Leitão Márcia Breia Lia Ferreira Manuel Mesquita

Ficha técnica

argumento e realização João Nicolau fotografia Mário Castanheira som Miguel Martins assistente de realização Telmo Churro anotação Manuel Mozos decoração Patrícia Maravilha guarda-roupa Patrícia Dória maquilhagem Emmanuele Févre montagem Miguel Gomes, João Nicolau montagem de som & mistura Miguel Martins directora de produção Ana Gomes produtores Luis Urbano, Sandro Aguilar

35mm | 1;1,66 | Dolby SR | 25’

© O SOM E A FÚRIA, 2006